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Tecnologia
Pediram à máquina para ganhar a eleição. Ela respondeu na hora.
Esta semana, no G7, os donos do mundo sentaram à mesa com os donos da IA. E tem campanha tratando a mesma tecnologia como enfeite.
O vídeo do Bolsonaro era falso. O recado para o seu campo é verdadeiro.
A Agência Lupa desmontou o deepfake. A lição que sobra: ataques com voz e vídeo clonados cresceram 126% e quem vive do mesmo eleitorado entra na mesma mira.
O TSE não proibiu a IA. Proibiu o amadorismo.
A Resolução 23.755 dividiu o uso de IA em três camadas: a liberada, a rotulada e a proibida. Quem entende a diferença compete de carro.
130 milhões de views em um dia não são mágica. São juro composto cobrado de uma vez.
Não é mágica, é método em três camadas: o tema do bolso, a língua do vizinho e a constância que antecede a explosão. E escala para os seus 10 mil.
Perguntaram à máquina quem é você. O que ela vai responder?
A IA está proibida de recomendar candidato. Mas vai descrever você, com o que encontrar publicado. Presença organizada virou defesa.
Automação não substitui estratégia. Acelera a que já existe.
Ferramenta na mão de quem tem rumo multiplica. Na mão de quem não tem, só apressa o erro.
A máquina escreve igual pra todo mundo. Por isso ninguém lembra.
A inteligência artificial deixou todo texto redondo. E redondo, na disputa por atenção, é invisível.